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TNOnline: Bolsas da Europa fecham sem direção única de olho em balanços
As bolsas europeias fecharam sem direção única nesta quinta-feira, 5, com o setor tech pressionado, e dúvidas sobre os efeitos da vitória democrata nas eleições dos EUA. Balanços corporativos provocaram oscilações, especialmente nos setores aéreo e de defesa, enquanto o petróleo voltou a subir, mas permaneceu abaixo de US$ 100 por barril. Em Londres, o FTSE 100 caiu 0,43%. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,41%. Em Paris, o CAC 40 avançou 0,34%. Em Milão, o FTSE MIB recuou 1,03%. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,40%. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,98%.
As bolsas europeias fecharam sem direção única nesta quinta-feira, 5, após perderem fôlego diante das quedas em Wall Street, com o setor tech pressionado, e das dúvidas sobre os efeitos da vitória democrata nas eleições legislativas dos EUA. Balanços corporativos provocaram fortes oscilações, especialmente nos setores aéreo e de defesa, enquanto o petróleo voltou a subir, mas permaneceu abaixo de US$ 100 por barril.
Em Londres, o FTSE 100 caiu 0,43%, a 10.782,66 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,41%, a 26.330,05 pontos. Em Paris, o CAC 40 teve alta de 0,34%, a 8.205,37 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 1,03%, a 50.505,87 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,40%, a 19.448,20 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,98%, a 9.483,21 pontos. As cotações são preliminares.
O Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) elevou os juros em 25 pontos-base, a 4%, e sinalizou a possibilidade de novo aperto. Para a Capital Economics, porém, o ciclo tende a ser "pequeno e de curta duração".
Na Alemanha, encomendas à indústria cresceram 4,4% em setembro ante agosto, acima das expectativas, enquanto os preços ao produtor (PPI) da zona do euro subiram 11,1% em um ano, mais que o previsto.
Entre os destaques, a Air France-KLM saltou 12,9%, após divulgar lucro robusto, apesar dos custos elevados com combustível. As ações das companhias aéreas europeias não reagiram a novas ameaças de bomba em aeronaves, que mais uma vez promoveram desvios em rotas e pousos de emergência.
Na esteira de resultados corporativos, a ArcelorMittal caiu 1,2%, enquanto a Lanxess teve alta de 5,6% em Frankfurt. Na contramão, a Rheinmetall tombou 16,2% após cortar pela segunda vez suas projeções anuais diante de atrasos em encomendas. Outras empresas de defesa também recuaram, com Renk (-5,6%), Leonardo (-3,7%) e BAE Systems (-5,5%), em meio a dúvidas sobre gastos militares americanos após as eleições. A dinamarquesa Maersk perdeu 5%, após balanço que decepcionou investidores.
O setor tech (-3,3%), pressionado em Nova York, também recuou no continente europeu, com quedas de ASML (-6,8%). ASM International (-7,4%), Infineon (-8,5%), BE Semiconductor (-7,9%) e STMicroelectronics (-9,3%).
No setor de energia, as petrolíferas conseguiram mitigar perdas após iniciarem o pregão sob forte pressão pelo tombo do petróleo na véspera, apesar da recuperação dos preços nesta quinta-feira. Equinor cedeu 0,3%, TotalEnergies fechou estável% e Shell perdeu 0,3%.