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TNOnline Bolsas da Europa fecham em queda com incerteza sobre Oriente Médio
As bolsas europeias fecharam em queda nesta segunda-feira, 17, enquanto investidores operam com cautela frente ao impasse de negociações entre EUA e Irã, em meio à temporada de balanços na Europa praticamente concluída. Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,28%. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,27%. Em Paris, o CAC 40 recuou 0,66%. Em Milão, o FTSE MIB teve alta de 0,01%. Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,91%. Em Lisboa, o PSI 20 fechou em baixa de 0,38%.

As bolsas europeias fecharam perto majoritariamente em queda nesta segunda-feira, 17, enquanto investidores operam com cautela frente ao impasse de negociações entre EUA e Irã, em meio à forte temporada de balanços na Europa praticamente concluída.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,28%, a 10.720,30 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,27%, a 26.369,66 pontos. Em Paris, o CAC 40 recuou 0,66%, a 8.579,60 pontos. Em Milão, o FTSE MIB teve alta marginal de 0,01%, a 53.586,98 pontos. Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,91%, a 19.973,54 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 fechou em baixa de 0,38%, a 9.219,73 pontos. As cotações são preliminares.

Em Paris, ações do setor de luxo lideravam perdas e pesavam sobre o CAC 40, com destaque para Kering (-4,36%) e LVMH (-2,71%).

Já o índice pan-europeu Stoxx 600 (-0,12%) teve queda amenizada pelos subíndices de tecnologia (+0,69%) e farmacêuticas (+0,40%).

A fornecedora da SpaceX, STMicroelectronics, subiu 1,06%, enquanto a fabricante holandesa de equipamentos para semicondutores ASML Holding e sua rival menor ASM International avançaram 3,08% e 1,39%, respectivamente. A empresa farmacêutica Argenx (+17,91%) liderou as altas em Bruxelas, após relatar resultados positivos em testes. Já o setor minerador europeu ganhou 0,47%, impulsionado pelo desempenho positivo de metais preciosos.

O Stoxx 600 apresentou uma forte temporada de lucros, também graças aos robustos ganhos de energia e bancos, ressalta o Swissquote Bank. O maior risco, segundo a casa, é um novo aumento nos preços da energia, o que elevaria os rendimentos com apostas agressivas no Banco Central Europeu (BCE).

Em paralelo, o BC da zona do euro alertou nesta segunda que uma correção acentuada no mercado de ações teria consequências severas para a União Europeia.

"Os efeitos de uma correção nos EUA poderiam se estender além dos mercados financeiros, afetando o sentimento, as condições de financiamento e as contratações na zona do euro", disse o BCE em um texto de blog.