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TNOnline: Bolsas de NY fecham em queda com cautela ante aumento de tensões no Oriente Médio
As bolsas de Nova York fecharam a sessão desta quinta-feira, 7, em queda, conforme novas incertezas sobre o fim do conflito no Oriente Médio pressionaram o sentimento de risco. Apesar da baixa, o Nasdaq e o S&P 500 renovaram máximas históricas.
O Dow Jones teve queda de 0,63%, aos 49.596,97 pontos. Já o S&P 500 encerrou em baixa de 0,38%, aos 7.337,11 pontos, após atingir a máxima de 7.385,02 na sessão, e o Nasdaq caiu 0,13%, aos 25.806,20 pontos, depois de alcançar o recorde de 26.036,38 pontos.
As bolsas de Nova York fecharam a sessão desta quinta-feira, 7, em queda, conforme novas incertezas sobre o fim do conflito no Oriente Médio pressionaram o sentimento de risco. Apesar da baixa, o Nasdaq e o S&P 500 renovaram máximas históricas.
O Dow Jones teve queda de 0,63%, aos 49.596,97 pontos. Já o S&P 500 encerrou em baixa de 0,38%, aos 7.337,11 pontos, após atingir a máxima de 7.385,02 na sessão, e o Nasdaq caiu 0,13%, aos 25.806,20 pontos, depois de alcançar o recorde de 26.036,38 pontos.
O noticiário geopolítico ditou o ritmo do mercado. Os índices devolveram ganhos e firmaram queda ante relatos de que os Estados Unidos avaliam retomar a escolta de embarcações no Estreito de Ormuz - o "Projeto Liberdade" -, após o Irã criar uma agência governamental para controlar a navegação na via. O petróleo recuperou parte das perdas, assim como o dólar e os rendimentos dos Treasuries.
"Tivemos propostas de paz e altas no mercado ao longo das últimas semanas, e todas terminaram em decepção. Quanto mais isso se arrasta, maior o risco de escassez de petróleo e aumentos mais acentuados nos preços. E uma reviravolta de 180 graus na situação está a apenas uma manchete de distância", afirmam analistas do Swissquote.
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Em meio ao cenário global, empresas de energia como Devon (-2,77%), ExxonMobil (-1,42%) e Chevron (-1,44%) recuaram, mas em menor intensidade que na quarta-feira.
Os relatórios trimestrais continuam movimentando as ações. A Whirlpool, que controla a Consul e a Brastemp no Brasil, recuou 11,91% após registrar perdas no trimestre. A Fastly tombou 38,23% em meio a vendas decepcionantes, enquanto as ADRs da Arm caíram 10,10% e a Planet Fitness, 31,19%.
Na ponta positiva, a Fortinet saltou 20% após superar as expectativas de lucro.