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Estadão: Bolsas da Europa fecham na maioria em queda com nova alta do petróleo
As bolsas da Europa encerraram em queda nesta quinta-feira, pressionadas pela alta do petróleo, mas, apesar do anúncio de liberação de reservas estratégicas, o mercado demonstra ceticismo quanto à capacidade da medida de compensar eventuais interrupções no fornecimento da commodity. Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,47%. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,29%. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,71%. Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,71%. Em Madri, o Ibex 35 caiu 1,2%. Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,83%.

As principais bolsas da Europa encerraram majoritariamente em queda nesta quinta-feira, pressionadas pela persistente alta do petróleo em meio à escalada da guerra no Oriente Médio. Investidores seguem atentos ao impacto do conflito sobre a oferta global de energia e aos riscos para inflação e crescimento econômico.

Apesar do anúncio de liberação de reservas estratégicas, o mercado demonstra ceticismo quanto à capacidade da medida de compensar eventuais interrupções no fornecimento da commodity.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,47%, a 10.305,15 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,29%, a 23.572,44 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,71%, a 7.984,44 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,71%, a 44.456,18 pontos. Em Madri, o Ibex 35 caiu 1,2%, a 17.143,81 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,83%, a 9.152,04 pontos. As cotações são preliminares.

O petróleo voltou a superar US$ 100 por barril após pronunciamento do líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, ampliando temores de interrupções no transporte de energia pelo Estreito de Ormuz (por onde passa cerca de um quinto do petróleo mundial).

Em relatório mensal, a Agência Internacional de Energia (AIE) afirmou que o conflito provoca “a maior interrupção de oferta na história do mercado global de petróleo”. O Swissquote avalia que os preços da commodity devem permanecer elevados enquanto persistirem os riscos geopolíticos.

Entre ações, a italiana Leonardo subiu 5,7% após divulgar resultados acima do esperado e projetar crescimento de receita. A Rheinmetall, ainda apoiada em resultados, avançou 1,8%.

A alta do petróleo impulsionou o setor petrolífero, que subiu cerca de 1,9%. A Shell avançou perto de 1,5%, enquanto a BP teve alta de 1,8%. Em Paris, a TotalEnergies caiu 1,2% após anunciar que a produção no Catar, no Iraque e em campos offshore (se refere a uma forma de investir no exterior) dos Emirados Árabes Unidos seria interrompida.

No setor financeiro, o HSBC recuou 5,2% após anunciar o fechamento de suas operações no Catar, decisão que reacendeu preocupações sobre a exposição de bancos europeus ao Oriente Médio. Entre os destaques de alta, a francesa Abivax avançou 4,7% com rumores de uma possível oferta de aquisição, enquanto a alemã Zalando disparou 9,8% após anunciar recompra de ações e parceria com a Levi Strauss.