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TNOnline: Bolsas da Ásia fecham em baixa com incertezas sobre tarifas
As bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta sexta-feira em meio a incertezas sobre a política tarifária de Trump, que ajudou a enfraquecer a balança comercial chinesa no primeiro bimestre. Em Tóquio o Nikkei caiu 2,17%, a 36.887,17 pontos. O Hang Seng recuou 0,57%, em Hong Kong, a 24.231,30 pontos. O Kospi cedeu 0,49% em Seul, a 2.563,48 pontos. O Taiex perdeu 0,61% em Taiwan. Na China, o índice de Xangai cedeu 0,25%, e o de Shenzhen recuou 0,53%. Na Oceania, o S&P/ASX 200 caiu 1,81%, em Sydney.
As bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta sexta-feira em meio a incertezas sobre a política tarifária do governo Trump, que ajudou a enfraquecer a balança comercial chinesa no primeiro bimestre.
Liderando as perdas na Ásia, o índice japonês Nikkei caiu 2,17% em Tóquio, a 36.887,17 pontos, sob o peso de ações de eletrônicos e de farmacêuticas, enquanto o Hang Seng recuou 0,57% em Hong Kong, a 24.231,30 pontos, o sul-coreano Kospi cedeu 0,49% em Seul, a 2.563,48 pontos, e o Taiex registrou queda de 0,61% em Taiwan, a 22.576,07 pontos.
Ontem, o presidente dos EUA, Donald Trump, decidiu adiar a aplicação de tarifas ao México e ao Canadá até 2 de abril, dentro do Acordo Estados Unidos-México-Canadá (USMCA). Por outro lado, ele disse que pretende impor as chamadas tarifas recíprocas na mesma data.
Na China continental, os mercados também ficaram no vermelho, diante do fraco desempenho de ações dos setores imobiliário e de seguros. O Xangai Composto perdeu 0,25%, a 3.372,55 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto recuou 0,53%, a 2.080,27 pontos.
As tensões comerciais com os EUA se refletiram na balança comercial chinesa. Nos primeiros dois meses de 2025, as exportações da China subiram apenas 2,3% ante igual período do ano passado, bem menos do que o previsto, enquanto as importações sofreram um inesperado tombo de 8,4%. Em entrevista coletiva hoje, o ministro das Relações Exteriores chinês, Wang Yi, disse que Pequim continuará retaliando as "tarifas arbitrárias" dos EUA e acusou Washington de "retribuir o bem com o mal".
As incertezas da ofensiva tarifária de Trump também pesaram nas bolsas de Nova York, que ontem amargaram perdas de 1% a mais de 2,5%.
Na Oceania, a bolsa acompanhou o mau humor de Wall Street e da Ásia. O S&P/ASX 200 caiu 1,81% em Sydney, a 7.948,20 pontos, em seu quarto pregão consecutivo de quedas.