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UOL: Desemprego em São Paulo cai para 5,7% em julho
A taxa de desemprego em São Paulo caiu para 5,7% em julho, na comparação com junho (6,5%), segundo informou o IBGE nesta quinta-feira. Uma greve parcial na entidade impediu a divulgação da taxa nacional de desemprego. Os dados referentes ao mercado de trabalho das regiões do Rio de Janeiro e de Salvador sobre o desempenho de julho foram coletados, porém não analisados.

A taxa de desemprego em São Paulo caiu para 5,7% em julho, na comparação com junho (6,5%), segundo informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (23). Uma greve parcial na entidade impediu a divulgação da taxa nacional de desemprego.

Os dados referentes ao mercado de trabalho das regiões do Rio de Janeiro e de Salvador sobre o desempenho de julho foram coletados, porém não analisados. Por isso, o IBGE optou por informar apenas os resultados de quatro das seis regiões metropolitanas que compõem o indicador.

Em Porto Alegre (RS) houve redução para 3,8%, ante 4% em junho. Belo Horizonte (MG) registrou uma taxa de desemprego de 4,4% em julho, levemente inferior aos 4,5% no mês anterior. Já a região de Recife (PE) foi a única que mostrou uma taxa de desemprego maior no período, de 6,5%, frente aos 6,3% vistos antes.

O IBGE informou ainda que, em julho passado, o rendimento médio real do trabalhador caiu nas regiões metropolitanas de Recife (-3,5%), Belo Horizonte (-1,8%) e São Paulo (-1,1%) quando comparado com junho. Na região metropolitana de Porto Alegre, a estimativa ficou estável.

Na comparação anual, todas as regiões metropolitanas tiveram acréscimo do rendimento médio real.

O baixo nível de desemprego e o aumento da renda ajudavam na recuperação da economia brasileira, afetada pela crise internacional.

Greve
"A coleta dos dados destas regiões (Rio de Janeiro e Salvador) foi realizada, mas o volume de informações disponíveis para as etapas de apuração, crítica e análise foi insuficiente para o fechamento dos resultados na data prevista no calendário de divulgação, devido à paralisação dos servidores do IBGE", informou o órgão por meio de nota.

Por enquanto, o IBGE não tem previsão de quando divulgará as taxas dos dois últimos meses.

A paralização dos servidores do órgão faz parte de um movimento maior de greves dos servidores públicos. No caso do IBGE, os funcionários pedem, entre outros, a atualização da tabela de salários e reformulação do plano de carreira.

A região do Rio de Janeiro, a segunda mais importante da pesquisa de desemprego atrás apenas de São Paulo (SP), representa cerca de 20% da amostra.