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Reuters Balanços trimestrais de bancos desapontam e ditam baixa a Wall St
As bolsas de valores americanas fecharam em queda nesta segunda-feira, sob o peso de ações do setor financeiro, após resultados trimestrais abaixo do esperado de alguns bancos reduzirem o entusiasmo dos investidores. O índice Dow Jones caiu 0,1 por cento, o S&P 500 caiu 0,06 por cento, e o Nasdaq perdeu 0,1 por cento. Ainda assim, o S&P 500 está a cerca de 1 por cento de sua máxima histórica, de setembro passado. Dos 11 principais setores do S&P 500, seis terminaram a sessão no vermelho.

As bolsas de valores dos Estados Unidos fecharam em leve queda nesta segunda-feira, sob o peso de ações do setor financeiro, após resultados trimestrais abaixo do esperado de alguns bancos reduzirem o entusiasmo dos investidores.

O índice Dow Jones .DJI caiu 0,1 por cento, para 26.384,77 pontos. O S&P 500 .SPX teve variação negativa de 0,06 por cento, para 2.905,58 pontos. E o Nasdaq .IXIC cedeu 0,1 por cento, para 7.976,01 pontos.

Ainda assim, o índice S&P 500 está a cerca de 1 por cento de sua máxima histórica, registrada em setembro passado.

Dos 11 principais setores do S&P 500, seis terminaram a sessão no vermelho.

O índice para o setor financeiro .SPNY teve a maior queda percentual, de 0,6 por cento, após três pregões de alta.

As ações do Goldman Sachs (GS.N) caíram 3,8 por cento, depois que a receita do primeiro trimestre do banco de investimento ficou abaixo das expectativas dos analistas.

O Citigroup (C.N) teve lucro acima do esperado, uma vez que a redução de custos compensou a queda das receitas. Mas os papéis ainda caíram 0,1 por cento.

“Viemos de uma semana passada muito forte”, disse Joseph Sroka, diretor de investimentos da NovaPoint. “Portanto, qualquer notícia ou balanço ruim nesta semana, como os que vimos com o Goldman e o Citigroup, vão tirar um pouco desse impulso.”

Com a temporada de resultados corporativos do primeiro trimestre ganhando impulso, analistas agora vêem as empresas do S&P 500 registrando declínio ano a ano de 2,1 por cento nos lucros. Embora seja um número melhor em relação às estimativas recentes, ainda assim marcaria a primeira queda anual nos lucros desde 2016.