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Reuters: Apple lidera alta em Wall Street; rali de energia perde força
Os índices acionários de Wall Street subiram nesta segunda-feira, impulsionados pelo sexto dia consecutivo de ganhos da Apple e por uma alta nos preços do petróleo para seu maior nível desde 2014. O índice Dow Jones subiu 0,39 por cento, o S&P 500 ganhou 0,35 por cento, e a Nasdaq avançou 0,77 por cento. O índice de energia do S&P 500 fechou em alta de 0,18 por cento, embora tenha devolvido ganhos após o presidente dos Estados Unidos tuitar que na terça-feira irá anunciar sua decisão sobre deixar ou não o acordo nuclear iraniano.

Os índices acionários de Wall Street subiram nesta segunda-feira, impulsionados pelo sexto dia consecutivo de ganhos da Apple e por uma alta nos preços do petróleo para seu maior nível desde 2014.

O índice Dow Jones subiu 0,39 por cento, a 24.357 pontos, enquanto o S&P 500 ganhou 0,345796 por cento, a 2.673 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq avançou 0,77 por cento, a 7.265 pontos.

O índice de energia do S&P 500 fechou em alta de 0,18 por cento, embora tenha devolvido ganhos do início da sessão após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tuitar que na terça-feira irá anunciar sua decisão sobre deixar ou não o acordo nuclear iraniano.

Trump ameaçou retirar os EUA do acordo, que deu ao Irã alívio de sanções em troca de limitar sua capacidade de enriquecimento de urânio, a menos que signatários europeus do acordo consertem o que ele chamou de deficiências.

As ações de energia tinham subido mais cedo na sessão devido a problemas da petroleira venezuelana PDVSA e pela iminente decisão sobre se os EUA colocarão novamente sanções sobre o Irã.

“O petróleo tem ido bem em antecipação a um anúncio de Trump. As pessoas estão preparadas para o pior”, disse Keith Lerner, estrategista chefe de mercado da SunTrust Advisory.

A Apple avançou 0,72 por cento, estendendo ganhos desde que reportou resultados na semana passada após a Berkshire Hathaway divulgar na sexta-feira que havia aumentado sua participação na fabricante de iPhone. Warren Buffett disse à CNBC nesta segunda-feira: “eu adoraria ser dono de 100 por cento dela”.