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UOL: Mercosul se reúnem um dia antes de possível calote da Argentina
Os presidentes dos países do Mercosul se reúnem na manhã desta terça-feira (29) em Caracas, na Venezuela, um dia antes de vencer o prazo para a Argentina pagar sua dívida. O assunto deve dominar a pauta do encontro. Essa será a primeira reunião do bloco desde julho do ano passado; um encontro previsto para dezembro de 2013 acabou sendo adiado por quatro vezes.

Os presidentes dos países do Mercosul se reúnem na manhã desta terça-feira (29) em Caracas, na Venezuela, um dia antes de vencer o prazo para a Argentina pagar sua dívida. O assunto deve dominar a pauta do encontro.

Participam da cúpula as presidentes do Brasil, Dilma Rousseff, e da Argentina, Cristina Kirchner, e os presidentes do Uruguai, José Mujica, do Paraguai, Horacio Cartes, e da Venezuela, Nicolás Maduro, anfitrião do encontro.

Essa será a primeira reunião do bloco desde julho do ano passado; um encontro previsto para dezembro de 2013 acabou sendo adiado por quatro vezes.

Também será a primeira reunião dos cinco presidentes na cúpula do Mercosul, já que o Paraguai ficou suspenso de junho de 2012 a agosto de 2013, devido à destituição do então presidente Fernando Lugo, e a Venezuela ingressou no bloco em julho do ano passado.

Durante a cúpula, a Venezuela passará a presidência temporária à Argentina, durante seis meses.
Dívida argentina em foco

A Argentina tem até quarta-feira (30) para pagar seus credores ou chegar a um acordo com eles, para evitar o segundo calote da dívida externa em 13 anos.

Representantes do governo argentino reúnem-se nesta terça com o mediador do caso da dívida, Daniel Pollack, em seu escritório em Nova York.

Um novo calote pioraria ainda mais a crise econômica no país e teria impactos negativos, também, nos países do Mercosul, inclusive nas negociações para um possível acordo com a União Europeia.
Chanceler pede apoio por reforma contra "fundos abutres"

Na véspera, o chanceler argentino, Héctor Timerman, pediu que seus colegas do Mercosul se mobilizem por uma reforma do sistema financeiro internacional "que impeça as ações" dos fundos especulativos.

"As ações dos fundos abutres devem nos mobilizar para trabalharmos de maneira decidida, conjunta e coordenada por uma profunda reforma do sistema financeiro internacional", disse Timerman na reunião de chanceleres do Mercosul antes da cúpula do bloco.